A Bunda Educativa
No final do mês de agosto, uma professora de matemática do ensino fundamental subiu para dançar no palco a música “O TROCO”, e estava com um vestido curto e começou a rebolar mostrando a calcinha para o cantor Mario Brasil, que ao vê-la dançando a música de uma forma sensual, inesperadamente enfiou a sua mão debaixo vestido dela e puxou a sua calcinha.
Pessoas no local com seus celulares de última geração, não perderam a oportunidade de filmar a cena e postaram no You Tube, que virou uma febre.
No dia seguinte ao chegar à escola foi demitida em comum acordo com a diretoria. Este fato causou várias repercussões em sua vida. Uma dela foi a sua saída da escola e a outra a sua mudança de bairro.
Seus 15 minutos de fama chegaram. Foi convidada para posar nua e ainda está pensando o que fazer, mas afirmou que ficará até o final do ano na professora e depois virá que atitude tomar.
Diante deste fato, a vida profissional e a vida particular andam juntas? O que nos leva a pensar? Será que ao relatar que tinha consumido álcool justificaria esta postura?
Nós, ao discutirmos a questão chegamos à conclusão que a vida pessoal e a vida profissional andam juntas. Acreditamos que esta postura não seja a adequada para uma educadora, visto que todo educador deve zelar pela sua postura, pois está também representando uma entidade.
Acreditamos que tudo foi uma tremenda armação para se promover e a banda, visto que a partir daí ela e a banda não sai mais da televisão e além do mais está estudando propostas para posar nua.
“Assim a ex-professora pode iniciar uma nova carreira, a de dançarina de pagode, até mesmo por ter projetado a banda pouco conhecida. Ela foi dançar e dançou no emprego, mas projetou a banda O Troco que ganhou notoriedade com sua bunda educativa.” (http://blogdovaldikim.com.br/?p=8431&cpage=1)
Graduandas do 6º período de Pedagogia
Centro Universitário UNA Barreiro/Belo Horizonte/MG
Alexssandra Barbosa
Marisol Ramos Cobo,
Roneide Carvalho
03/09/2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS
Segundo o Referencial teórico da Educação Infantil, volume 2, “para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
• identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando seus recursos pessoais, respeitando as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
• valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração e compartilhando suas vivências;
• brincar;
• adotar hábitos de auto cuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
• identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os compõe.”
CONTEÚDOS (RCNEI-Vol.2)
“• Expressão, manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas.
• Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário.
• Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
• Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e as personagens.
• Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de futebol, casinha, pular corda etc.
• Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
• Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros.
• Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura etc.
• Valorização da limpeza e aparência pessoal.
• Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos.
• Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social.
• Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente.
• Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo.
• Procedimentos relacionados à alimentação e à higiene das mãos, cuidado e limpeza pessoal das várias partes do corpo.
• Utilização adequada dos sanitários.
• Identificação de situações de risco no seu ambiente mais próximo.
• Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e auto cuidado.”
“Vários projetos relacionados ao faz-de-conta podem ser desenvolvidos, tais como a construção de um cenário para uma viagem intergalática; a confecção de fantasias para brincar de bumba-meu-boi; construir castelos de reis e rainhas; cenas de histórias e contos de fadas etc. Pode-se planejar um projeto de realização de um circo, por exemplo, com todas as crianças da instituição, envolvendo cada grupo em função da idade e das suas capacidades. O grupo dos grandes pode definir as personagens, os meios e os materiais a serem utilizados, assim como definirem quando e para quem será destinado. Podem, também, confeccionar fantasias para os pequenos, para que participem de seu circo ou que criem pequenos circos em sala.” (RCNEI-Vol.2)
“Projetos que visem discutir a identidade cultural brasileira também são interessantes. Dada a diversidade que constitui as manifestações culturais deste país, um projeto com esse objetivo pode tomar diferentes rumos. Por exemplo, pode-se enfocar as danças próprias a diferentes Regiões, as comidas ou vestimentas típicas, pode-se fazer um levantamento das diferentes Maneiras de se chamar um mesmo brinquedo. Há uma infinidade de perspectivas que devem ser escolhidas em função do perfil e dos interesses das crianças que compõem o grupo.” (RCNEI-Vol.2)
“A realização de projetos sobre a diversidade étnica que compõe o povo brasileiro é um recurso importante para tratar de forma mais objetiva a questão da identidade. Conhecer a história e a cultura dos vários povos que para cá vieram é de grande valia para resgatar o valor de todas as etnias presentes no Brasil, o que pode ajudar a diluir as manifestações de preconceito, alargando a visão de mundo dos elementos do grupo.” (RCNEI-Vol.2)
“Para que se trabalhe de forma mais completa o sentimento de ser brasileiro e a identidade nacional, pode ser interessante também percorrer realidades mais distantes, de outros países, de outros povos. Por exemplo, ao se pesquisar os costumes e a geografia de civilizações distantes da moderna, são oferecidos parâmetros para que as crianças tenham mais consciência desses elementos presentes na sua cidade ou região.”
“A diversidade de crença religiosa, traço presente na sociedade brasileira, pode também ser tema de projetos. Comumente essa diversidade está presente nas famílias que seguem diversas religiões ou nenhuma.”(RCNEI-Vol.2)
JOGOS E BRINCADEIRAS(RCNEI-Vol.2)
“Responder como e quando o professor deve intervir nas brincadeiras de faz-de-conta é, parentemente, contraditório com o caráter imaginativo e de linguagem independente que o brincar compreende. Porém, há alguns meios a que o professor pode recorrer para promover e enriquecer as condições oferecidas para as crianças brincarem que podem ser observadas.”
“Para que o faz-de-conta torne-se, de fato, uma prática cotidiana entre as crianças é preciso que se organize na sala um espaço para essa atividade, separado por uma cortina, biombo ou outro recurso qualquer, no qual as crianças poderão se esconder, fantasiar-se, brincar, sozinhas ou em grupos, de casinha, construir uma nave espacial ou um trem etc.”
“Nesse espaço, pode-se deixar à disposição das crianças panos coloridos, grandes e pequenos,grossos e finos, opacos e transparentes; cordas; caixas de papelão para que as crianças modifiquem e atualizem suas brincadeiras em função das necessidades de cada enredo. “
“Nesse espaço pode ser afixado um espelho de corpo inteiro, de maneira a que as crianças possam reconhecer-se, imitar-se, olhar-se, admirar-se. Pode-se, ainda, agregar um pequeno baú de objetos e brinquedos úteis para o faz-de-conta, que pode ser complementado por um cabideiro contendo roupas velhas de adultos ou fantasias. Fundamentais, também, são os materiais e acessórios para a casinha, tais como uma pequena cama, um fogão confeccionado om uma velha caixa de papelão, louças, utensílios variados etc. É importante, porém, que esses materiais estejam organizados segundo uma lógica; por exemplo, que as maquiagens estejam perto do espelho e não dentro do fogão, de maneira a facilitar as ações simbólicas das crianças.”
“No entanto, esse espaço poderá transformar-se em um “elefante branco” na sala, caso não seja utilizado, arrumado e mantido diariamente por crianças e professores. Não se pode esquecer, Porém, que apesar da existência do espaço, ao brincar, as crianças se espalham e espalham brinquedos e objetos pela sala, usam mobiliário e o espaço externo.”
“É recomendável que isso ocorra, e, na medida em que crescem, as crianças poderão organizar de forma mais independente seu espaço de brincar. Sempre auxiliadas pelo professor e rearrumando o material depois de brincar, as crianças podem transformar a sala e o significado dos objetos cotidianos enriquecendo sua imaginação.”
“Nesse sentido, brincar deve se constituir em atividade permanente e sua constância dependerá dos interesses que as crianças apresentam nas diferentes faixas etárias.”
‘Ainda com relação ao faz-de-conta, o professor poderá organizar situações nas quais as crianças conversem sobre suas brincadeiras, lembrem-se dos papéis assumidos por si e pelos colegas, dos materiais e brinquedos usados, assim como do enredo e da seqüência de ações. Nesses momentos, lembrar-se sobre o que, com quem e com o que brincaram poderá ajudar as crianças a organizarem seu pensamento e emoções, criando condições para o enriquecimento do brincar. Nessas situações, podem-se explicitar, também, as dificuldades que cada criança tem com relação a brincar, caso desejem, e a necessidade que tem da ajuda do adulto.’
PROJETO JOGOS E BRINCADEIRAS PEDAGÓGICAS
DEFINIÇÃO DE BRINQUEDO:
Um brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer, e geralmente associada a crianças, também ...
DEFINIÇÃO DE JOGO
É toda e qualquer competição em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato, em contrapartida ao ...
A partir do sexto ano de vida, os brinquedos começam a fazer parte de brincadeiras mais elaboradas e/ou "faz-de-conta".
Ao brincar com bonecas, as crianças fazem de conta que são pais, e fazem uso de vários artifícios de brinquedo - carrinhos e berços, por exemplo. Bonecos de ação,robôs, super-heróis,Piscinas de bolinhas e vilões.
REFERENCIAL TEÓRICO:
Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos.
Em torno dos 2-3 e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar o mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.
Em período posterior surgem os jogos de regras , que são transmitidos socialmente de criança para criança e por conseqüência vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social. Para Piaget, o jogo constitui-se em expressão e condição para o desenvolvimento infantil , já que as crianças quando jogam assimilam e podem transformar a realidade.
Já Vygotsky (1998), diferentemente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela. Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento como Piaget e para ele o sujeito não é ativo nem passivo: é interativo.
Segundo ele, a criança usa as interações sociais como formas privilegiadas de acesso a informações: aprendem a regra do jogo, por exemplo, através dos outros e não como o resultado de um engajamento individual na solução de problemas. Desta maneira, aprende a regular seu comportamento pelas reações, quer elas pareçam agradáveis ou não.
Enquanto Vygotsky fala do faz-de-conta, Piaget fala do jogo simbólico, e pode-se dizer, segundo Oliveira (1997) ,que são correspondentes.
“O brinquedo cria uma Zona de Desenvolvimento Proximal na criança”. (Oliveira, 1977: 67), lembrando que ele afirma que a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: a real e a proximal. A zona de desenvolvimento real é a do conhecimento já adquirido, é o que a pessoa traz consigo, já a proximal, só é atingida, de início, com o auxílio de outras pessoas mais “capazes”, que já tenham adquirido esse conhecimento.
“As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade (Vygotsky, 1998).
SERÁ QUE AS BRINCADEIRAS SEMPRE FORAM DO MESMO JEITO?
• Brincadeiras populares
• Amarelinha
• Brincadeira de roda
• Cabra-cega
• Chicote-queimado
• Esconde-esconde
• Mímica
• Pega-pega
• Queimada
PROJETO JOGOS E BRINCADEIRAS PEDAGÓGICAS
Instituição: Pública ou Privada
Público Alvo :Crianças de 4 a 6 anos
Tempo de Duração: 6 meses
OBJETIVOS:
-Estimular o pensamento
-Desenvolver a compreensão dos conteúdos adquiridos na teoria
-Respeitar as regras e os jogadores
-Trabalhar em grupo
-Saber se posicionar diante da derrota
ATIVIDADE:LÍNGUA PORTUGUESA
• DISCIPLINA:Português
• OBJETIVOS :Desenvolver a comunicação oral por meio da exposição de idéias.
Ampliar os conhecimentos sobre o sistema de escrita, trocando experiências e discutindo a grafia das palavras.
• Aprender a organizar uma lista.
• Realizar atividades em grupo, compartilhar decisões e respeitar opiniões
CONTEÚDOS
• Oralidade.
• Leitura e escrita.
• Respeito aos colegas e à diversidade de opiniões.
• Ano:Pré-escola
Tempo estimado :Seis meses
• Materiais necessários
• Cartolina, folhas de papel sulfite, papel-cartão, canetas, coloridas, brinquedos
diversos, giz de cera e crachás.
DESENVOLVIMENTO: 1ª etapa
Para a confecção do livro de Jogos e Brincadeiras explique que cada um terá uma página contendo as informações sobre o brinquedo ou jogo mais querido.
Uma boa maneira de estimular o discurso é fazer perguntas: qual é seu personagem preferido? De que brinquedo você mais gosta? Qual o jogo que você mais gosta? Dada à resposta, peça justificativas. Incentive os colegas a comentar, socializando as opiniões (Você pensa a mesma coisa que seu colega? Por quê? Qual é sua opinião?). Para a conversa ficar mais animada, sugira que todos levem de casa os objetos mencionados para compartilhá-los com a turma. Reserve uma atividade para essa troca de experiências.
LIVRO
Uma idéia é que cada aluno(a) escolha o seu título, podendo fazer intervenções quando necessário. Para ajudar na organização do livro, ensine-os a numerar as páginas.Como haverá apenas um exemplar, deixe-o disponível para o grupo consultar nos momentos livres e, posteriormente, organize um rodízio para que todos o levem para casa e leiam com os familiares.
ATIVIDADE-MATEMÁTICA:
NOME DO JOGO: Jogo do Anão
LOCAL DE DESENVOLVIMENTO: Sala de aula ou salão
IDADE: 5 anos e acima
TEMPO ESTIMADO: 2 aulas
CONTEÚDO: Matemática
MATERIAL NECESSÁRIO: Quadro negro e cartões numerado ou escrito
HABILIDADES OU QUALIDADES TRABALHADAS:
Memória visual, Atenção, Senso de Organização, Socialização do grupo Os alunos deverão ficar à vontade no local ou sala.
DESENVOLVIMENTO:
Prendem-se os cartões numerados, por exemplo de 1 a 10, no quadro ou na parede. Pode ser também cartões ilustrados ou com letras.
Enquanto os alunos fecham os olhos, um aluno, o Anão, muda a posição de dois ou mais cartões. Os alunos dirão depois quais os cartões que foram trocados, e um deles irá colocá-los outra vez em ordem.
ATIVIDADE-CIÊNCIAS
JOGO: Mamífero, Ave ou Peixe
IDADE: 5 anos e acima
MATERIAL NECESSÁRIO: figuras de animais
HABILIDADES OU QUALIDADES TRABALHADAS: Memória associativa,Conhecimentos gerais, Memória visual, Atenção, Linguagem,vocabulário, Expressão, Grupos de palavras, etc.
FORMAÇÃO: Os jogadores, de pé ou sentados, formarão um círculo ou ficarão em seus lugares, exceto um, que ficará no centro ou à frente da turma.
DESENVOLVIMENTO: O do centro ou frente dirá: "Mamífero, ave ou peixe", e em dado momento se voltará na direção do grupo e, imediatamente apontando para um dos jogadores repetirá o nome de uma das três classes; contará nesse momento, de forma moderada a rápida, até 10. O aluno para o qual ele apontou, deverá citar um animal da classe indicada antes que a contagem seja concluída. Se não conseguir trocará de lugar com ele, e o jogo prosseguirá.
VARIANTE: Pode-se substituir as classes de animais, por objetos ou coisas, dos reinos Animal, Vegetal ou Mineral.
PLANO DE TRABALHO: AMARELINHA DO CACO
CONTEÚDO: Recreação
• OBJETIVOS
Desenvolver a consciência corporal, a capacidade de saltar num pé só, girar e equilibrar-se.
• Estimular a combinação de regras.
ANO:Pré-escola
TEMPO ESTIMADO :Livre
MATERIAIS NECESSÁRIOS:
Um caco de telha ou uma pedra pequena e um giz colorido.
DESENVOLVIMENTO:
Atividade1:
Proponha à turma um a brincadeira que se parece com ele até no nome: amarelinha do caco. Peça um voluntário que faça com o giz um quadrado no chão. Não estipule uma metragem: permita que os pequenos encontrem o tamanho ideal. Feito o quadrado, ele precisa ser riscado e numerado de acordo com o esquema abaixo.
AVALIAÇÃO: Atente para a capacidade de interação de cada criança e o desenvolvimento do equilíbrio e da capacidade de salto e giro nos vários níveis de dificuldades.
CULMUNÂNCIA:
Fazer uma apresentação do projeto pros alunos da educação infantil e ensiná-los a confeccionar os mesmos e a brincar.
AVALIAÇÃO:
Será avaliado a participação o envolvimento o desenvolvimento dos alunos durante todo o processo desde a confecção dos materiais a utilização dos jogos e brinquedos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/salto-aprender-423878.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/amarelinhas-424347.shtml
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org). 2000. Educação infantil: muitos olhares. 4.ed. São Paulo: Cortez.
Piaget, J. A psicologia da criança. Ed Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
VYGOTSKY, L. 1989. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.
• ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
• identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando seus recursos pessoais, respeitando as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
• valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração e compartilhando suas vivências;
• brincar;
• adotar hábitos de auto cuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
• identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os compõe.”
CONTEÚDOS (RCNEI-Vol.2)
“• Expressão, manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas.
• Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário.
• Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
• Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e as personagens.
• Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de futebol, casinha, pular corda etc.
• Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
• Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros.
• Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura etc.
• Valorização da limpeza e aparência pessoal.
• Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos.
• Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social.
• Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente.
• Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo.
• Procedimentos relacionados à alimentação e à higiene das mãos, cuidado e limpeza pessoal das várias partes do corpo.
• Utilização adequada dos sanitários.
• Identificação de situações de risco no seu ambiente mais próximo.
• Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e auto cuidado.”
“Vários projetos relacionados ao faz-de-conta podem ser desenvolvidos, tais como a construção de um cenário para uma viagem intergalática; a confecção de fantasias para brincar de bumba-meu-boi; construir castelos de reis e rainhas; cenas de histórias e contos de fadas etc. Pode-se planejar um projeto de realização de um circo, por exemplo, com todas as crianças da instituição, envolvendo cada grupo em função da idade e das suas capacidades. O grupo dos grandes pode definir as personagens, os meios e os materiais a serem utilizados, assim como definirem quando e para quem será destinado. Podem, também, confeccionar fantasias para os pequenos, para que participem de seu circo ou que criem pequenos circos em sala.” (RCNEI-Vol.2)
“Projetos que visem discutir a identidade cultural brasileira também são interessantes. Dada a diversidade que constitui as manifestações culturais deste país, um projeto com esse objetivo pode tomar diferentes rumos. Por exemplo, pode-se enfocar as danças próprias a diferentes Regiões, as comidas ou vestimentas típicas, pode-se fazer um levantamento das diferentes Maneiras de se chamar um mesmo brinquedo. Há uma infinidade de perspectivas que devem ser escolhidas em função do perfil e dos interesses das crianças que compõem o grupo.” (RCNEI-Vol.2)
“A realização de projetos sobre a diversidade étnica que compõe o povo brasileiro é um recurso importante para tratar de forma mais objetiva a questão da identidade. Conhecer a história e a cultura dos vários povos que para cá vieram é de grande valia para resgatar o valor de todas as etnias presentes no Brasil, o que pode ajudar a diluir as manifestações de preconceito, alargando a visão de mundo dos elementos do grupo.” (RCNEI-Vol.2)
“Para que se trabalhe de forma mais completa o sentimento de ser brasileiro e a identidade nacional, pode ser interessante também percorrer realidades mais distantes, de outros países, de outros povos. Por exemplo, ao se pesquisar os costumes e a geografia de civilizações distantes da moderna, são oferecidos parâmetros para que as crianças tenham mais consciência desses elementos presentes na sua cidade ou região.”
“A diversidade de crença religiosa, traço presente na sociedade brasileira, pode também ser tema de projetos. Comumente essa diversidade está presente nas famílias que seguem diversas religiões ou nenhuma.”(RCNEI-Vol.2)
JOGOS E BRINCADEIRAS(RCNEI-Vol.2)
“Responder como e quando o professor deve intervir nas brincadeiras de faz-de-conta é, parentemente, contraditório com o caráter imaginativo e de linguagem independente que o brincar compreende. Porém, há alguns meios a que o professor pode recorrer para promover e enriquecer as condições oferecidas para as crianças brincarem que podem ser observadas.”
“Para que o faz-de-conta torne-se, de fato, uma prática cotidiana entre as crianças é preciso que se organize na sala um espaço para essa atividade, separado por uma cortina, biombo ou outro recurso qualquer, no qual as crianças poderão se esconder, fantasiar-se, brincar, sozinhas ou em grupos, de casinha, construir uma nave espacial ou um trem etc.”
“Nesse espaço, pode-se deixar à disposição das crianças panos coloridos, grandes e pequenos,grossos e finos, opacos e transparentes; cordas; caixas de papelão para que as crianças modifiquem e atualizem suas brincadeiras em função das necessidades de cada enredo. “
“Nesse espaço pode ser afixado um espelho de corpo inteiro, de maneira a que as crianças possam reconhecer-se, imitar-se, olhar-se, admirar-se. Pode-se, ainda, agregar um pequeno baú de objetos e brinquedos úteis para o faz-de-conta, que pode ser complementado por um cabideiro contendo roupas velhas de adultos ou fantasias. Fundamentais, também, são os materiais e acessórios para a casinha, tais como uma pequena cama, um fogão confeccionado om uma velha caixa de papelão, louças, utensílios variados etc. É importante, porém, que esses materiais estejam organizados segundo uma lógica; por exemplo, que as maquiagens estejam perto do espelho e não dentro do fogão, de maneira a facilitar as ações simbólicas das crianças.”
“No entanto, esse espaço poderá transformar-se em um “elefante branco” na sala, caso não seja utilizado, arrumado e mantido diariamente por crianças e professores. Não se pode esquecer, Porém, que apesar da existência do espaço, ao brincar, as crianças se espalham e espalham brinquedos e objetos pela sala, usam mobiliário e o espaço externo.”
“É recomendável que isso ocorra, e, na medida em que crescem, as crianças poderão organizar de forma mais independente seu espaço de brincar. Sempre auxiliadas pelo professor e rearrumando o material depois de brincar, as crianças podem transformar a sala e o significado dos objetos cotidianos enriquecendo sua imaginação.”
“Nesse sentido, brincar deve se constituir em atividade permanente e sua constância dependerá dos interesses que as crianças apresentam nas diferentes faixas etárias.”
‘Ainda com relação ao faz-de-conta, o professor poderá organizar situações nas quais as crianças conversem sobre suas brincadeiras, lembrem-se dos papéis assumidos por si e pelos colegas, dos materiais e brinquedos usados, assim como do enredo e da seqüência de ações. Nesses momentos, lembrar-se sobre o que, com quem e com o que brincaram poderá ajudar as crianças a organizarem seu pensamento e emoções, criando condições para o enriquecimento do brincar. Nessas situações, podem-se explicitar, também, as dificuldades que cada criança tem com relação a brincar, caso desejem, e a necessidade que tem da ajuda do adulto.’
PROJETO JOGOS E BRINCADEIRAS PEDAGÓGICAS
DEFINIÇÃO DE BRINQUEDO:
Um brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer, e geralmente associada a crianças, também ...
DEFINIÇÃO DE JOGO
É toda e qualquer competição em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato, em contrapartida ao ...
A partir do sexto ano de vida, os brinquedos começam a fazer parte de brincadeiras mais elaboradas e/ou "faz-de-conta".
Ao brincar com bonecas, as crianças fazem de conta que são pais, e fazem uso de vários artifícios de brinquedo - carrinhos e berços, por exemplo. Bonecos de ação,robôs, super-heróis,Piscinas de bolinhas e vilões.
REFERENCIAL TEÓRICO:
Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos.
Em torno dos 2-3 e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar o mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.
Em período posterior surgem os jogos de regras , que são transmitidos socialmente de criança para criança e por conseqüência vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social. Para Piaget, o jogo constitui-se em expressão e condição para o desenvolvimento infantil , já que as crianças quando jogam assimilam e podem transformar a realidade.
Já Vygotsky (1998), diferentemente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela. Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento como Piaget e para ele o sujeito não é ativo nem passivo: é interativo.
Segundo ele, a criança usa as interações sociais como formas privilegiadas de acesso a informações: aprendem a regra do jogo, por exemplo, através dos outros e não como o resultado de um engajamento individual na solução de problemas. Desta maneira, aprende a regular seu comportamento pelas reações, quer elas pareçam agradáveis ou não.
Enquanto Vygotsky fala do faz-de-conta, Piaget fala do jogo simbólico, e pode-se dizer, segundo Oliveira (1997) ,que são correspondentes.
“O brinquedo cria uma Zona de Desenvolvimento Proximal na criança”. (Oliveira, 1977: 67), lembrando que ele afirma que a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: a real e a proximal. A zona de desenvolvimento real é a do conhecimento já adquirido, é o que a pessoa traz consigo, já a proximal, só é atingida, de início, com o auxílio de outras pessoas mais “capazes”, que já tenham adquirido esse conhecimento.
“As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade (Vygotsky, 1998).
SERÁ QUE AS BRINCADEIRAS SEMPRE FORAM DO MESMO JEITO?
• Brincadeiras populares
• Amarelinha
• Brincadeira de roda
• Cabra-cega
• Chicote-queimado
• Esconde-esconde
• Mímica
• Pega-pega
• Queimada
PROJETO JOGOS E BRINCADEIRAS PEDAGÓGICAS
Instituição: Pública ou Privada
Público Alvo :Crianças de 4 a 6 anos
Tempo de Duração: 6 meses
OBJETIVOS:
-Estimular o pensamento
-Desenvolver a compreensão dos conteúdos adquiridos na teoria
-Respeitar as regras e os jogadores
-Trabalhar em grupo
-Saber se posicionar diante da derrota
ATIVIDADE:LÍNGUA PORTUGUESA
• DISCIPLINA:Português
• OBJETIVOS :Desenvolver a comunicação oral por meio da exposição de idéias.
Ampliar os conhecimentos sobre o sistema de escrita, trocando experiências e discutindo a grafia das palavras.
• Aprender a organizar uma lista.
• Realizar atividades em grupo, compartilhar decisões e respeitar opiniões
CONTEÚDOS
• Oralidade.
• Leitura e escrita.
• Respeito aos colegas e à diversidade de opiniões.
• Ano:Pré-escola
Tempo estimado :Seis meses
• Materiais necessários
• Cartolina, folhas de papel sulfite, papel-cartão, canetas, coloridas, brinquedos
diversos, giz de cera e crachás.
DESENVOLVIMENTO: 1ª etapa
Para a confecção do livro de Jogos e Brincadeiras explique que cada um terá uma página contendo as informações sobre o brinquedo ou jogo mais querido.
Uma boa maneira de estimular o discurso é fazer perguntas: qual é seu personagem preferido? De que brinquedo você mais gosta? Qual o jogo que você mais gosta? Dada à resposta, peça justificativas. Incentive os colegas a comentar, socializando as opiniões (Você pensa a mesma coisa que seu colega? Por quê? Qual é sua opinião?). Para a conversa ficar mais animada, sugira que todos levem de casa os objetos mencionados para compartilhá-los com a turma. Reserve uma atividade para essa troca de experiências.
LIVRO
Uma idéia é que cada aluno(a) escolha o seu título, podendo fazer intervenções quando necessário. Para ajudar na organização do livro, ensine-os a numerar as páginas.Como haverá apenas um exemplar, deixe-o disponível para o grupo consultar nos momentos livres e, posteriormente, organize um rodízio para que todos o levem para casa e leiam com os familiares.
ATIVIDADE-MATEMÁTICA:
NOME DO JOGO: Jogo do Anão
LOCAL DE DESENVOLVIMENTO: Sala de aula ou salão
IDADE: 5 anos e acima
TEMPO ESTIMADO: 2 aulas
CONTEÚDO: Matemática
MATERIAL NECESSÁRIO: Quadro negro e cartões numerado ou escrito
HABILIDADES OU QUALIDADES TRABALHADAS:
Memória visual, Atenção, Senso de Organização, Socialização do grupo Os alunos deverão ficar à vontade no local ou sala.
DESENVOLVIMENTO:
Prendem-se os cartões numerados, por exemplo de 1 a 10, no quadro ou na parede. Pode ser também cartões ilustrados ou com letras.
Enquanto os alunos fecham os olhos, um aluno, o Anão, muda a posição de dois ou mais cartões. Os alunos dirão depois quais os cartões que foram trocados, e um deles irá colocá-los outra vez em ordem.
ATIVIDADE-CIÊNCIAS
JOGO: Mamífero, Ave ou Peixe
IDADE: 5 anos e acima
MATERIAL NECESSÁRIO: figuras de animais
HABILIDADES OU QUALIDADES TRABALHADAS: Memória associativa,Conhecimentos gerais, Memória visual, Atenção, Linguagem,vocabulário, Expressão, Grupos de palavras, etc.
FORMAÇÃO: Os jogadores, de pé ou sentados, formarão um círculo ou ficarão em seus lugares, exceto um, que ficará no centro ou à frente da turma.
DESENVOLVIMENTO: O do centro ou frente dirá: "Mamífero, ave ou peixe", e em dado momento se voltará na direção do grupo e, imediatamente apontando para um dos jogadores repetirá o nome de uma das três classes; contará nesse momento, de forma moderada a rápida, até 10. O aluno para o qual ele apontou, deverá citar um animal da classe indicada antes que a contagem seja concluída. Se não conseguir trocará de lugar com ele, e o jogo prosseguirá.
VARIANTE: Pode-se substituir as classes de animais, por objetos ou coisas, dos reinos Animal, Vegetal ou Mineral.
PLANO DE TRABALHO: AMARELINHA DO CACO
CONTEÚDO: Recreação
• OBJETIVOS
Desenvolver a consciência corporal, a capacidade de saltar num pé só, girar e equilibrar-se.
• Estimular a combinação de regras.
ANO:Pré-escola
TEMPO ESTIMADO :Livre
MATERIAIS NECESSÁRIOS:
Um caco de telha ou uma pedra pequena e um giz colorido.
DESENVOLVIMENTO:
Atividade1:
Proponha à turma um a brincadeira que se parece com ele até no nome: amarelinha do caco. Peça um voluntário que faça com o giz um quadrado no chão. Não estipule uma metragem: permita que os pequenos encontrem o tamanho ideal. Feito o quadrado, ele precisa ser riscado e numerado de acordo com o esquema abaixo.
AVALIAÇÃO: Atente para a capacidade de interação de cada criança e o desenvolvimento do equilíbrio e da capacidade de salto e giro nos vários níveis de dificuldades.
CULMUNÂNCIA:
Fazer uma apresentação do projeto pros alunos da educação infantil e ensiná-los a confeccionar os mesmos e a brincar.
AVALIAÇÃO:
Será avaliado a participação o envolvimento o desenvolvimento dos alunos durante todo o processo desde a confecção dos materiais a utilização dos jogos e brinquedos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/salto-aprender-423878.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/amarelinhas-424347.shtml
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org). 2000. Educação infantil: muitos olhares. 4.ed. São Paulo: Cortez.
Piaget, J. A psicologia da criança. Ed Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
VYGOTSKY, L. 1989. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.
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